A Petrobras encerrou o pregão de sexta-feira, 2 de outubro, avaliada em R$ 700,08 bilhões na B3 e alcançou o maior valor de mercado de sua história. Segundo a companhia, o resultado veio após o anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas na Bacia da Foz do Amazonas.
Em um único dia, a empresa acrescentou R$ 20,9 bilhões ao valor de mercado. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ações ordinárias tiveram valorização de 3,25% no fechamento da bolsa.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, afirmou que a segunda descoberta no poço Morpho amplia as expectativas sobre o potencial da Margem Equatorial. Estudo da Empresa de Pesquisa Energética estima que a Bacia da Foz do Amazonas pode reunir até 10 bilhões de barris de óleo equivalente recuperável.
Este foi o quarto recorde de valor de mercado registrado pela Petrobras em 2026. A companhia havia atingido R$ 692,35 bilhões em setembro, R$ 680,10 bilhões em abril e R$ 677,24 bilhões em março.
A exploração na região também é alvo de questionamentos ambientais. O Ministério Público Federal pediu à Justiça a suspensão da licença para atividades no bloco FZA-M-59 e citou riscos ambientais e a necessidade de consulta a povos indígenas, comunidades quilombolas e pescadores artesanais.







